os amigo dazonça (partita #39 presto)

Essa coisa de ter que vir os amigos junto eu não entendo.

Eu me esforço, juro pra vocês que me esforço, meus caríssimos e infiéis leitores, mas não consigo entender porque a porcada amiga precisa vir junto.

Não compreendo.

Juro pra vocês que não compreendo.

Essa coisa de monogamia devia valer para os amigos também, como não? Proibi-los de meterem-se nos bedelhos dos outros, nos bedelhos alheios.

Os bedelhos alheios.

Eu fico alheio a tudo isso. Fico aqui no meu canto porque não me relaciono mesmo. Apaixono-me loucamente, esparramo-me, ainda aqui no meu canto, esparramando-me pelos cantos. Amo heroicamente, como um Aquiles de tendões e tesões reforçados, sem pensar no futuro, sem olhar pro passado. Amo e quero que tudo o mais se foda. Que as paredes caiam. Que as pessoas saiam loucamente correndo pelas ruas clamando por cabeças elitistas, e eu sei, ah como sei, que a minha seria uma das primeiras a rolar diante dos revoltosos inflamados sob o sol na Praça da República.

E acho que já estou fugindo do assunto.

Como sempre.

Todo amor é essa rolação de cabeças mesmo.

Todo amor é uma enrolação de cabeças.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: